O PESO IDEALEVITA A ELEVAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL

OBESOS ESPERANÇA

7 de maio de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A ALTERAÇÃO METABÓLICA QUE OCORRE COM A QUEDA DA PRESSÃO ARTERIAL (HIPOTENSÃO ARTERIAL OU LIPOTIMIA),

PODE LEVAR PACIENTES E MÉDICOS A UMA CONFUSÃO INADEQUADA, POIS DEPENDENDO DA HISTÓRIA CLÍNICA E SINTOMAS QUE APRESENTAR, LEVA A DIVERSOS SINTOMAS QUE PODEM SER CONFUNDIDO COM ALTERAÇÕES NEUROLÓGICAS SÉRIAS. PRINCIPALMENTE AO NÍVEL DO MAR OU QUANDO APRESENTA PERDA DE PESO, NO SOBREPESO OU OBESIDADE, ASSIM COMO EM DIAS COM ALTA TEMPERATURA, MAS PODEM APRESENTAR OUTROS PROBLEMAS

É muito comum na vigência de um tratamento para emagrecer com perda de grandes quantidades de gordura, o paciente referir tonturas, ocorrer desmaios, perder noção espacial, confusão mental e até mesmo visual este é o motivo para que a perda de peso seja controlada. Hipotensão arterial é a situação médica na qual existe uma diminuição dos valores da pressão arterial acompanhada de sintomas decorrentes desta queda e facilmente tratável. Entre os sintomas podem ocorrer tonturas, desmaios, confusão mental e alterações visuais. Como o risco de derrame cerebral (AVC) e infarto agudo do miocárdio são contínuos com a pressão arterial elevada (hipertensão arterial ou pressão alta), um valor baixo de pressão arterial na ausência de sintomas, não só é normal, como é desejado. 
Se uma pessoa tem pressão arterial de 90/60 mmHg, sem ter sintomas, isto não é hipotensão arterial. Se uma pessoa tem tonturas quando a pressão arterial cai a 110/65 mmHg e não tem quando a pressão arterial é mais alta, isto é hipotensão arterial. Esta confusão caso não haja um diagnóstico diferencial entre estas duas situações, leva o paciente ao pânico, e o médico a confusão de interpretação. O que se observa na prática é que o paciente ao efetuar um tratamento para diminuição do índice de massa corporal (IMC), para uma perda de gordura, diminuição de obesidade, seja ela em qualquer grau, se apresentar (obesidade 1º grau, obesos de 2º grau ou mesmo de 3º grau) com ou sem sobrepeso, obesidade abdominal, visceral, central, um dos objetivos em geral é aliviar a sobrecarga cardiovascular evitar ou diminuir um diabetes mellitus tipo 2, que são doenças devastadoras, juntamente com hipertensão arterial ou pressão alta, dislipidemia (colesterol total, LDL – colesterol (mal), HDL – colesterol desregulados (bom colesterol), triglicérides). Em pessoas que não estão submetendo- se a qualquer tipo de tratamento, a alta temperatura, as situações que ocorre ao nível do mar, assim como, lugares abafados não são difíceis apresentar quedas de pressão. Uma outra situação em que pode ocorrer esses problemas para algumas pessoas é o fato de apresentarem estresse, ansiedade, e mesmo na vigência de medicações, entre elas as hipotensoras que se faz necessário por indicação médica. 
O coração necessita, para modificar a frequência e a força dos batimentos (desta maneira modifica-se a quantidade de sangue bombeado). Os rins, também são importantes para regular a excreção de água (e, portanto, para modificar o volume do sangue em circulação). Os vasos sanguíneos, regulam para que se contraiam ou se dilatem (isto é, alterando a sua capacidade). Portanto, se os vasos sanguíneos se dilatam e se reduz a pressão arterial, os sensores enviam imediatamente sinais através do cérebro ao coração para que este incremente a frequência das suas pulsações, com o que aumentará a expulsão de sangue. Em consequência, a pressão arterial sofrerá poucas alterações ou nenhumas. No entanto, estes mecanismos de compensação têm limitações. Por exemplo, em caso de hemorragia, a frequência cardíaca aumenta, incrementa-se a expulsão de sangue e os vasos sanguíneos contraem-se e reduzem a sua capacidade. No entanto, em se perdendo uma grande quantidade de sangue rapidamente, os mecanismos de compensação são insuficientes e a pressão arterial diminui. Se a hemorragia se detém, o resto dos líquidos do organismo tende a entrar na circulação sanguínea, recupera-se o volume e a pressão sobe. A manutenção da pressão do sangue quando sai do coração e circula por todo o organismo é tão essencial como manter a pressão da água nas canalizações de uma casa. A pressão deve ser suficientemente alta para levar oxigênio e nutrientes às células do organismo e extrair delas os detritos e substâncias a serem eliminados. Contudo, se a pressão arterial for demasiado elevada, pode romper-se um vaso sanguíneo e causar uma hemorragia no cérebro (hemorragia cerebral) ou outras complicações. Pelo contrário, se é demasiado baixa, não pode proporcionar oxigênio suficiente e nutriente às células, nem extrair os resíduos delas. No entanto, os indivíduos saudáveis com uma pressão arterial normal, mas baixa em repouso, têm uma maior esperança e qualidade de vida.


AUTORES PROSPECTIVOS



Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio 

Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930


Como Saber Mais:
1. Hipotensão arterial é a situação médica na qual existe uma diminuição dos valores da pressão arterial acompanhada de sintomas decorrentes desta queda e facilmente tratável A ?
http://nutricaocontrolada.blogspot.com

2. em se perdendo uma grande quantidade de sangue rapidamente, os mecanismos de compensação são insuficientes e a pressão arterial diminui?
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3. Em pessoas que não estão submetendo- se a qualquer tipo de tratamento, a alta temperatura, as situações que ocorre ao nível do mar, assim como, lugares abafados não são difíceis apresentar quedas de pressão?
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Referências Bibliográficas:
Prof. Walter Edgard Mafei, que foi professor da PUC – Universidade Católica de São Paulo, Fac. Medicina da Sant Casa – SP, Chefe de Laboratório do Hospício de Bicêtre na França, Membro da Sociedade Francesa de Neurologia e livre docente de Anatomia Patológica e Patologia Geral da USP, Hospital Psiquiátrico do Juqueri – SP, Secção de Neurologia do Departamento de Medicina Interna. Zhang Zhenzhen , Hu Gang , Benjamin Caballero , Lawrence Appel ,Liwei Chen. Habitual coffee consumption and risk of hypertension: a systematic review and meta-analysis of prospective observational studies, American Journal of Clinical Nutrition 2011 ajcn.004044 ; First published online March 30, 2011.







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17 de abril de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A PRESSÃO ARTERIAL PODE SE ELEVAR EM ADULTOS SEM HISTÓRIA PRÉVIA DE HIPERTENSÃO ARTERIAL COM A ALTA INGESTÃO DE FRUTOSE.


A alta ingestão de frutose em forma de açúcar estava associada ao aumento dos níveis da pressão arterial (PA), de acordo com análises recentes. O recente aumento no consumo de frutose nas nações industrializadas, levou ao aumento na predominância de hipertensão arterial. Foi investigado se a ingestão de frutose com associação de açúcares, aumentou o risco para níveis mais elevados de pressão arterial, em adultos sem um histórico prévio de hipertensão arterial. O consumo médio de frutose de 74 g/dia, equivale a aproximadamente a 2 e ½ bebidas açucaradas ao dia. O aumento da ingestão de pelo menos 74 g/dia de frutose foi independente e significativamente associado com maiores chances de níveis elevados de pressão arterial, após se levar em consideração os dados demográficos, as co-morbidades (doenças co-existentes), a atividade física, a ingestão de quilocaloria total e fatores que poderiam causar confusão na análise, como incluir na dieta de carboidratos totais, o álcool, o sal e a ingestão de vitamina C. O aumento do risco associado ao consumo de frutose de 74 g/dia ou mais, foi de 26% de PA 135/85 mmHg ou superior, 30% de PA 140/90 mmHg ou superior, e 77% de PA 160/100 mmHg ou superior. Estes resultados, sugeriram que a ingestão de frutose, na forma de açúcar, estaria associada com maiores níveis de aumentos da pressão arterial, entre os adultos sem um histórico prévio de hipertensão arterial.


Deve-se levar em consideração, que as análises dependeram de auto-relato para a ingestão de frutose e impossibilidade de excluir a probabilidade de que, os altos teores de glicose dos alimentos ingeridos poderiam contribuir para os resultados. Estes resultados apoiam a hipótese de que o aumento da ingestão de frutose pode resultar em hipertensão através de mecanismos variados. Limitar a ingestão de frutose é fácil, e, à luz dos nossos resultados, estudos prospectivos são necessários para avaliar se a diminuição da ingestão do percentual de frutose a partir de sua adição com açúcares irá reduzir a incidência de hipertensão arterial e do problema da doença cardiovascular na população adulta.


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Dr. João Santos Caio Jr. 
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Endocrinologista – Medicina Interna 
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COMO SABER MAIS:
1. O consumo médio de frutose de 74 g/dia, equivale a aproximadamente a 2 e ½ bebidas açucaradas ao dia? 

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2. O recente aumento no consumo de frutose nas nações industrializadas, levou ao aumento na predominância de hipertensão arterial? 
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3. O aumento da ingestão de pelo menos 74 g/dia de frutose foi independente e significativamente associado com maiores chances de níveis elevados de pressão arterial? 
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Referências Bibliográficas:
National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES 2003-2006)
Diana I. Jalal, da Universidade do Colorado, Denver Health Sciences Center, em Aurora, e colegas, J. Am. Soc. Nephrol. 07/01/2010, Medscape Medical News.







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26 de dezembro de 2010

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: ASSOCIAÇÃO DE DIABETES MELLITUS TIPO 2, COM HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA, (PRESSÃO ALTA),


UMA DOENÇA TÃO DESASTROSA PARA A RAÇA HUMANA, E TÃO FREQUENTE, SILENCIOSA, QUE QUANDO NOS DAMOS CONTA DESTA PARCERIA NEFASTA, DIABETES MELLITUS TIPO 2 E HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA (PRESSÃO ALTA), SE NÃO FICARMOS ATENTOS PARA A PONTA DESSE ICEBERG, AO NOS DARMOS CONTA PROVAVELMENTE O ESTRAGO JÁ ESTARÁ FEITO.


Por se tratar de um problema extremamente sério e de saúde publica a nível mundial, existem outros fatores que devem ser alertados: o diabetes também está associado com o aumento de células musculares lisas vasculares. Níveis elevados de glicose no sangue e elevação da pressão arterial (alta) podem prejudicar as células endoteliais vasculares (que revestem internamente os vasos), levando ao aumento do estresse oxidativo (agressão forte e degenerativa dos tecidos de revestimentos). Pacientes com diabetes mellitus tipo 2, também estão predispostos a apresentar maiores comprometimentos vasculares.
Quanto mais precocemente o diabetes mellitus tipo 2 e a hipertensão arterial sistêmica (pressão alta) forem diagnosticadas e tratadas de forma agressiva, impedindo desta forma associação de problemas vasculares, sejam eles, macrovasculares ou seja nos órgãos chaves que nos permitem viver, microvasculares, são os vasos que alimentam com sangue e substancias vitais esses órgãos e também diminuir o risco de morbidade e mortalidade. A literatura comprova e a clinica reafirma, que o controle da hipertensão (pressão alta) ajuda a evitar complicações cardiovasculares em pacientes com diabetes mellitus tipo 2, sendo que cada diminuição de 10 mmHg na pressão arterial sistólica(recebe sangue no sistema cardiovascular), a média foi associada com redução no risco de qualquer complicação relacionada ao diabetes mellitus tipo 2 , redução nas mortes relacionadas ao diabetes mellitus tipo 2, redução na ocorrência do infarto agudo do miocárdio e redução nas complicações microvasculares (vasos que alimentam estruturas mais delicadas). A terapia medicamentosa é necessária no manejo destes pacientes, no entanto, a modificação do estilo de vida e controle de peso,  sobrepeso, obesidade, visceral, intra abdominal, central, são componentes fundamentais para reduzir a glicemia e controlar a pressão arterial alta. Foram observados grupos específicos, onde a coexistência da hipertensão arterial sistêmica (pressão alta) e o diabetes mellitus tipo 2, podem representar sérios riscos, tais como, nas gestantes que correm o risco da pré-eclâmpsia. O aumento da incidência de diabetes mellitus tipo 2 na infância é preocupante, porque aumentam os fatores de risco cardiovasculares no adulto jovem, podendo causar arteriosclerose uma doença degenerativa das artéria, onde a pressão do sangue empurra as paredes dos vasos com a pressão interna do sangue e ocorre um acelerado comprometimento para com os vasos e o envelhecimento dos mesmos.
É importante observar os cuidados clínicos, a qualidade de vida e o que significa em termos de custo para a saúde pública, a coexistência do diabetes mellitus tipo 2 e a hipertensão arterial sistêmica, pressão alta, uma vez que o número de pessoas comprometidas têm aumentado no mundo todo, comprometendo o sistema previdenciário, PRESTE ATENÇÃO NESTE DETALHE SUTIL: os governos , planos de saúde, e entidades filantrópicas são restituídos financeiramente de forma aritmética, entretanto a ciência progride de forma logarítmica, em outras palavras em aproximadamente 10 anos este sistema fatalmente entrará em colapso, pois a previsão é que a ciência progredirá à razão de 10³², que seguramente não é aritmética , não é geométrica e sim logarítmica, e não tenha duvida, sobrará para nós, principalmente porque o número de nascimentos têm diminuído drasticamente , portanto o número de contribuintes também.

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Como Saber Mais:
1.A associação do diabetes mellitus tipo 2 com a hipertensão arterial sistêmica pode trazer graves riscos à saúde?
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2.A associação do diabetes com hipertensão se agravam com a presença da obesidade?
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3.A obesidade intra-abdominal é prejudicial à saúde? 
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Referências Bibliográficas:
Nature Endocrinology & Metabolism Clinical Practice (2007) 3 , 667 doi : 10.1038/ncpendmet0638
Rodrigo M Lago, Premranjan P Singh e Richard W Nesto.







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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A INCIDÊNCIA E A PREVALÊNCIA DO DIABETES MELLITUS TIPO 2, ESTÃO AUMENTANDO,


A PREVISÃO É QUE ATÉ 2030 HAVERÁ CERCA 366 MILHÕES DE DIABÉTICOS TIPO 2 ESPALHADOS PELO MUNDO E O NÚMERO DE ADULTOS HIPERTENSOS CHEGARÁ ATÉ 2025 COM CERCA DE 1.560 MILHÕES DE HIPERTENSOS DISTRIBUÍDOS PELO MUNDO. ESTES DOIS FATORES SÃO SÉRIOS E PRECISAM DE UMA OBSERVAÇÃO IMPORTANTE E ESTIMULAR A POPULAÇÃO A PROCURAR OS AMBULATÓRIOS SEJAM ELES PÚBLICOS OU PRIVADOS PARA FAZEREM A PREVENÇÃO DESTAS DOENÇAS, PORQUE SE TIVERMOS QUE TRATÁ-LAS OU DE SUAS CONSEQUÊNCIAS QUE SÃO GRAVES, TERÁ UM CUSTO MUITO ALTO.


A incidência e a prevalência do diabetes mellitus tipo 2 vem aumentando, e acredita-se que chegará até 2030 com cerca de 366 milhões de indivíduos diabéticos mellitus tipo 2 espalhados pelo mundo e outra doença que também vem num crescendo é a hipertensão arterial sistêmica (pressão alta) e acredita-se que por volta de 2025 chegará a um total perto de 1.560 milhões de indivíduos hipertenso (pressão alta) distribuídos pelo mundo. Cerca de 70% dos diabéticos são afetados pela hipertensão arterial sistêmica (pressão alta) e a hipertensão arterial sistêmica (pressão alta) é mais comum em indivíduos diabéticos tipo 2.A coexistência de hipertensão arterial sistêmica (pressão alta) e diabetes mellitus tipo 2, varia com fatores raciais e sócio-econômicos e a hipertensão (pressão alta) nos pacientes diabéticos leva a aumento significativo de complicações vasculares, e a coexistência de ambos leva à doença renal crônica, aumenta significativamente o risco de doenças cerebrovasculares, isquemia (falta de sangue), retinopatia em decorrência do diabetes e da hipertensão (pressão alta) e disfunção sexual. O diabetes mellitus tipo 2 é um fator de risco isolado para a doença coronariana, e o risco aumenta significativamente quando a hipertensão arterial sistêmica (pressão alta) está associada. A nefropatia é a doença mais comum da associação do diabetes com a hipertensão (pressão alta).
Os pacientes que apresentam diabetes mellitus tipo 2 e hipertensão arterial sistêmica (pressão alta), podem desenvolver doença renal sem a presença de função renal anormal, e frequentemente está associada com obesidade central (abdominal, intra-abdominal, visceral, intra-visceral, central, síndrome metabólica). A resistência à insulina e o diabetes podem precipitar a hipertensão arterial (pressão alta), promovendo a retenção de sódio, este é o motivo que não se deve usar muito sal.

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2.A associação do diabetes com hipertensão se agravam com a presença da obesidade?
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Referências Bibliográficas:
Nature Endocrinology & Metabolism Clinical Practice (2007) 3 , 667doi : 10.1038/ncpendmet0638
Rodrigo M Lago, Premranjan P Singh e Richard W Nesto.







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23 de dezembro de 2010

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA É UMA DOENÇA EMINENTEMENTE VASCULAR,


ENTRETANTO SUA REPERCUSSÃO SOBRE O ORGANISMO É DEVASTADORA, PRINCIPALMENTE QUANDO A HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA ESTA ASSOCIADA A OUTROS FATORES ORGÂNICOS; ASSOCIADA AO AUMENTO DE ÍNDICE DE MASSA CORPORAL – IMC - SE AGRAVANDO EM MULHERES JOVENS, MAIS INTENSAMENTE EM MULHERES ACIMA DOS 50 ANOS, E PRATICAMENTE SEM DIFERENÇA EM AMBAS, QUANDO TABAGISTAS, CONFIRMANDO ASSIM QUE A HIPERTENSÃO ARTERIAL, O IMC – ÍNDICE DE MASSA CORPORAL E O TABAGISMO SÃO PARCEIROS NO COMPROMETIMENTO GRAVE DE QUALQUER UMA DAS SITUAÇÕES INDIVIDUALMENTE.


Diversos trabalhos científicos bem como observações clínicas, mostram claramente que a pressão é exercida de dentro para fora em valores que mesmo o tecido que reveste os vasos sejam elásticos, sua pressão interna chega praticamente ao limite perigoso de ruptura, o que é muito freqüente em todo o organismo devido aos diversos diâmetros, pressões e espessuras dos diversos vasos comuns quando se trata de acometimento de Hipertensão Arterial Sistêmica, aumento de massa corporal – IMC, e tabagismo. São doenças eminentemente vasculares que comprometem toda a economia orgânica desde os vasos dos membros inferiores, renais, de todos os órgãos, aparelho respiratório, sistema ótico através da retinopatia hipertensiva, sistema neurológico, e sistema cardiovascularNão bastasse estas doenças que podem acontecer com qualquer um de nós, de ser uma série de moléstias silenciosas que devastam nosso organismo, algumas pessoas agregam substâncias tóxicas como por exemplo, o tabagismo, uma praga legalizada, com dezenas de alcaloides altamente nocivos ao ser humanoNão tenha dúvida que os custos destas doenças superam em muito os impostos arrecadados pelos governos do mundo todo. E infelizmente, aonde existe renda fiduciária em grandes somas e consumidores ávidos para inconscientemente (alguns), fazerem uso desta droga, o combate a este tipo de droga será inócuo, e sem melhora para qualidade de vida da população. Portanto, a hipertensão arterial sistêmica é uma doença extremamente grave de per si, associada ao IMC – índice de massa corporal aumentado, um desastre, e acompanhado por drogas como o tabagismo será uma catástrofe previsível num futuro não muito longínquo. 

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1.Na Hipertensão Arterial Sistêmica há comprometimento desde os vasos dos membros inferiores, renais, de todos os órgãos, aparelho respiratório, sistema ótico através da retinopatia hipertensiva, sistema neurológico, e sistema cardiovascular?
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2.Estas são uma série de moléstias silenciosas que devastam nosso organismo?
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3.Os custos financeiros das doenças metabólicas não controladas são muito altos, superando em muito os impostos arrecadados pelo governo? http://metabolismocontrolado.blogspot.com

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Referências Bibliográficas:
L Zheng, Z Zhang, Z Sun, J Li, X Zhang, C Xu, D Hu and Y SunDepartment of Cardiology, Shengjing Hospital of China Medical University, Shenyang, People's Republic of China Department of General Surgery, Digestive Medical Center, First Affiliated Hospital of Tsinghua University, Beijing, People's Republic of China Heart, Lung and Blood Vessel Center, Tongji University, Shanghai, People's Republic of China Department of Cardiology, First Affiliated Hospital of China Medical University, Shenyang, People's Republic of China. 







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9 de dezembro de 2010

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A SÍNDROME METABÓLICA


(SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE VISCERAL, INTRA-VISCERAL, ABDOMINAL, INTRA-ABDOMINAL, HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA, DIABETES MELLITUS TIPO 2, AUMENTO DO MAL-COLESTEROL, DIMINUIÇÃO DO BOM-COLESTEROL, AUMENTO DOS TRIGLICÉRIDES, DIABETES) ESTÁ RELACIONADA COM O AUMENTO DA PRESSÃO INTRA-OCULAR (GLAUCOMA) QUE PODE INTERFERIR NA QUALIDADE DE VIDA PARA QUEM TEM LONGEVIDADE BEM COMO A HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA OU PRESSÃO ALTA.


Foi realizado um estudo com 14.003 homens e mulheres de 18 a 83 anos, indivíduos aparentemente saudáveis, em que a pressão intra-ocular (PIO) era em média de 14,8 mm Hg o que é considerado normal. A pressão intra-ocular (PIO) foi examinada pelo tonômetro de sopro (aparelho que mede a pressão dos olhos – intra-ocular). A pressão alta intra-ocular (PIO) foi definida como (PIO) maior que 21 mm Hg, quando não tem anormalidades intra-oculares, ou história anterior de tratamento para glaucoma, que é o nome técnico da pressão intra ocular (PIO) aumentada. Como critério, foi usada a definição de síndrome metabólica (obesidade visceral, gordura intra-abdominal, hipertensão arterial sistêmica, pressão alta , diabetes mellitus tipo 2, aumento do mal-colesterol, diminuição do bom-colesterol, aumento dos triglicérides), não citando problemas cardiovasculares.
Nos indivíduos de ambos os sexos, a freqüência de pressão intra-ocular (PIO) elevada, tinha relação direta com o aumento do número de componentes da síndrome metabólica (obesidade visceral, gordura intra-abdominal, hipertensão arterial sistêmica, pressão alta, diabetes mellitus tipo 2, aumento do mal-colesterol, diminuição do bom-colesterol, aumento dos triglicérides). Três dos componentes da síndrome metabólica (obesidade visceral, gordura intra-abdominal, hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus tipo 2, aumento do mau-colesterol, diminuição do bom-colesterol, aumento dos triglicérides) foram relacionados com o aumento da pressão intra-ocular (PIO) .
A síndrome metabólica é um fator de risco para o aumento da pressão intra-ocular, portanto para se ter longevidade com qualidade de vida, que é de relevância, devemos evitar a Síndrome Metabólica de todas as maneiras, porque o aumento da pressão intra-ocular (glaucoma) pode ser uma das conseqüências da Síndrome Metabólica e comprometerá a qualidade de vida futura.
 

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1. A Pressão Alta pode interferir na pressão intra-ocular? 
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2. Hoje, como a média de anos de vida aumentou, é importante evitar ou tratar a Síndrome metabólica? 
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3. Os comprometimentos da gordura visceral são importantes? 
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Referências Bibliográficas:
K Imai, Hamaguchi M, Mori K, Takeda N, Fukui M, Kato T, Kawahito Y, S Kinoshita Kojima e T
1. Departamento de Oftalmologia da Faculdade de Ciências Médicas, Universidade de Kyoto Provincial de Medicina de Kyoto, no Japão 2. Departamento de Inflamação e Imunologia, Faculdade de Ciências Médicas, Universidade de Kyoto Provincial de Medicina de Kyoto, no Japão 3. Departamento de Endocrinologia e Metabologia, Hospital Memorial Murakami, Universidade Asahi, Gifu, Japão 4. Departamento de Endocrinologia e Metabolismo, Faculdade de Ciências Médicas, Universidade de Kyoto Provincial de Medicina de Kyoto, no Japão 5. Departamento de Gastroenterologia, Hospital Memorial Murakami, da Universidade Asahi, Gifu, Japão International Journal of Obesity publicação em linha avançada 16 de fevereiro de 2010, doi: 10.1038/ijo.2010.32.






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26 de outubro de 2010

ENDOCRINOLOGIA - NEUROENDOCRINOLOGIA: ALTERAÇÃO DA PRESSÃO DO SANGUE (HIPERTENSÃO ARTERIAL),



DOENÇA VASCULAR GRAVE QUE COMPROMETE O CORAÇÃO, CAUSADA POR (ATEROSCLEROSE, QUE É OS ENDURECIMENTOS DOS VASOS POR SUBSTANCIAS ,COMO COLESTEROL TOTAL, LDL – MAU COLESTEROL, FALTA OU DIMINUIÇÃO DO BOM COLESTEROL- HDL, TRIGLICÉRIDES) PODENDO INCLUSIVE LEVAR A PROBLEMAS GRAVES NO CORAÇÃO COMO O INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO, ARRITMIA, PROBLEMAS METABÓLICOS TAIS COMO A SÍNDROME METABÓLICA QUE É COMPOSTO POR GORDURA E OBESIDADE INTRA ABDOMINAL, VISCERAL, CENTRAL, DIABETES MELLITUS TIPO 2, OUTROS COMPROMETIMENTOS COMPLEXOS, ALÉM DE TER QUE CORRIGIR CADA UM INDIVIDUALMENTE , TEM NECESSIDADE DE EMAGRECER.


A pressão sanguínea (hipertensão arterial) é a força que o sangue exerce sobre as paredes dos vasos sanguíneos. Portanto, hipertensão arterial não é necessariamente uma doença do coração, mas uma doença que afeta o coração, na verdade é uma doença dos vasos. O coração bombeia sangue para as artérias (vasos sanguíneos), que levam o sangue para o corpo todo ou seja, para todos os órgão de nosso corpo, mais preciso seria dizer para toda economia orgânica.
A pressão alta, também chamada de hipertensão arterial sistêmica, é perigosa porque faz o coração trabalhar mais para bombear o sangue para o corpo. Isso contribui para o endurecimento das artérias (aterosclerose, que é os endurecimentos dos vasos por substancias ,como colesterol total, LDL – mau colesterol, falta ou diminuição do bom colesterol- HDL, triglicérides e outros problemas dos vasos), além do comprometimento da arteriosclerose ou esclerose da artéria, que tem um nome parecido, mas é o comprometimento dos vasos e não do conteúdo dos mesmos, podendo inclusive levar a problemas graves no coração como o infarto agudo do miocárdio, arritmia que nada mais é do que o batimento descompassado do coração pós - infarto ou pequenos e grandes bloqueios do estimulo cardíaco, podendo ser grave em alguns casos, onde talvez seja necessário colocar um aparelho para que os batimentos cardíacos fiquem corretos (marca passo), ou mesmo controlado por medicação, que se não tomada corretamente pode desencadear uma situação grave, que eventualmente chega a uma situação para o desenvolvimento de uma parada cardíaca, conforme detalhes abaixo: 

UMA PRESSÃO SANGUÍNEA NORMAL TEM DIVERSOS COMPONENTES E MARGENS DE VALORES CONFORME DETALHES ABAIXO CHEGANDO ATÉ A HIPERTENSÃO ARTERIAL OU PRESSÃO ALTA.
Há muitas categorias de pressão sanguínea:
Normal: menos de 120/80 Pré-hipertensão: 120 - 139 / 80-89 
Hipertensão 1: 140-159/ 90-99 
Hipertensão 2: 160 e acima/100 e acima

QUEM ESTÁ COM A PRESSÃO ACIMA DO NÍVEL NORMAL DEVE PROCURAR UM MÉDICO PARA SABER COMO BAIXÁ-LA,ENTRE OS PROBLEMAS ORGÂNICOS QUE PODE LEVAR AO AUMENTO DE PRESSÃO EM NOSSO ORGANISMO, ESTÃO OS PROBLEMAS METABÓLICOS TAIS COMO A SÍNDROME METABÓLICA QUE É COMPOSTO POR GORDURA E OBESIDADE INTRA ABDOMINAL, VISCERAL, CENTRAL, DIABETES MELLITUS TIPO 2 ,ALTERAÇÃO DO COLESTROL TOTAL, MAU COLESTEROL – LDL, BOM COLESTEROL – HDL IRREGULAR, TRIGLICÉRIDES  (TODOS DENOMINADOS DISLIPIDEMIA), LEVANDO A PRÓPRIA HIPERTENSÃO ARTERIAL OU PRESSÃO ALTA, ALÉM DOS PROBLEMAS CARDIOVASCULARESPARA RESOLVER ESTES PROBLEMAS GRAVES E COMPLEXOS ALÉM DE CORRIGIR CADA UM INDIVIDUALMENTE, TEM NECESSIDADE DE EMAGRECER.

AUTORES PROSPECTIVOS

Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologista e Neuroendocrinologista
CRM: 20611

Dra Henriqueta V.Caio
Endocrinologia e Medicina Interna
CRM 28930

Como Saber Mais:
1. Conheça um pouco mais sobre os sintomas da Hipertensão:

2. A Pressão alta é um problema cardíaco ou vascular?

3.A obesidade leva a um problema cardíaco?

Referencias Bibliográficas:
Levine e colaboradores da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, da Harvard Medical School, e Howard Hughes Medical Institute; Susan B. Shurin, MD, diretora interina do Instituto Nacional de Saúde Infantil e Desenvolvimento Humano."Instituto Nacional de Saúde-INS (National Institutes of Health- NIH; Jornal Médico Britânico-JMB (British Medical Journal- BMJ.






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